sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Vazios... os bolsos

Os sonhos serão algo que temos e que prevemos um dia atingir. Algo que nos torna e mantém vivos. E quando os mesmos foram alcançados? E quando não existe o "próximo" sonho?

E o que acontece quando olhamos para a "bucket list" e a mesma está vazia? Que vazio...

Vão e vêm...

Vão e vã, as duas palavras para melhor definir o que não se define. As duas palavras que nada dizem e a tudo soam... Estados de espírito, vontades, ajuda ou as faltas da mesma, seres, imagens, sons, felicidade ou a in... Num som tão vago tão vão, tão sem personalidade, tão sem vontade ou numa vã idade... 
Porque serão tão complicados os desanimados?

sexta-feira, 6 de março de 2015

O gato e as botas...

Confesso...
Confesso, que se há animal que me aponquenta é o gato..., e eles sabem. Sabem, porque quando vejo um e me ponho a chamar - "bicho, bicho..." o magano afasta-se alarvemente e coloca-se em posição guarítica.
Enfim, mas no fundo até admiro o animal, irrita-me a demasiada independência do mesmo e até o demasiado à vontade com aquilo que dele não é pricnipalmente com o mijar no meu tapete e pensar que os meus carros são uma boa cama.
Extravaso algo como a ponta de uma bota a roçar naquele pelo macio... roçar parece-me mau termo, será antes um tocar... vá, tocar fortemente e com pouca duração, proporcionando ao animal um misto de dor e de surpresa...
Não trato as pessoas da mesma forma, nem de perto nem de longe, mas a reacção delas para comigo é equiparável à dos gatos. Ou o mundo não está preparado para um ser como eu, ou eu não estou preparado para este mundo...

quarta-feira, 4 de março de 2015

Geração Playstation

Nesta geração, a PlayStation acredito até mais ainda nela do que na anterior... Ou até nas duas anteriores para ser mais preciso, a não ser que lhes aconteça como muitos outros e a perca de memória os atinja.
Gosto pouco de quem manda fazer algo para louros colher que nunca nesta vida coragem tem para o fazer.
Na geração PlayStation existe um físico comando com botões e joysticks a incentivarem interacção, nas gerações anteriores a voz faz de comando, a prepotência e presunção assumem o papel de objectivo e a estupidez o resultado. 
Um dia, quem sabe um dia, tudo isto mude e os objectivos deixem de ser tão materiais, certo é que no leito letal todos de algo se arrependem. Porquê não agir para que isso não aconteça?

domingo, 10 de agosto de 2014

O órfão blog...

Isto de escrever o que lhe passa na real gana tem-se tonado complicado.

Os dias passam e já lá vão 8 meses. O certo é que a pequenez de um ser é tão explicável quanto o velho  ditado de sabedoria, "vale mais quem te faz chorar com a verdade do que quem te faz rir com uma mentira". Certo é que ninguém quer disso saber e apenas lhe importa quem o rabinho lhe beija ou por necessidade ou por falta de coragem. 
Para mim? O meu orgulho, a minha personalidade não me deixam ser hipócrita. Acima de mim Deus e acima de Deus só a verdade.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Companhias

Existem boas e más. Existem as possíveis e as obrigatórias.

Mas, efectivamente, trabalhar no que se gosta e prazer dá com alguém que não se aguenta... Hum... Difícil ter o que se gosta com quem não se quer ou vive-versa...

Moral...

Quem tem mais moral? 
Quem fez e critica ou quem critica e um dia fará?

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O fundo...

Toda a nossa vida se pode mostrar em fotografias.
Toda a nossa vida se pode mostrar em vídeo.
Toda a nossa vida se pode viver simplesmente sem ilusões ou utopias.
Um ser, mostra o medo e angústia aquando a necessidade, e por vezes, cava um buraco muito maior do que aquele que consegue superar. Aí, aí sim, sente-se sozinho e sem apoio na esperança que o perdão o atinja para poder compensar os visados.

O amor? Esse, nem sempre explica tudo e muito menos desculpa é.




terça-feira, 4 de março de 2014

Falta de...

Não que as novidades e diferenças me atrapalhem, mas incomodam-me as bestas e suas bestialidades.
Sacrificar o dificl ou combater o fácil?

Heis de imediato a questão.