quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Um dia de Domingo

A democracia, ou a perspectiva que se tem de que é possível escolher alguém ou um conjunto de pessoas para "gerirem" os bens de outros, começa a parecer uma perfeita hipocrisia e concentração de fel na usabilidade e oportunismo do bem mais interessante da nação, o cidadão.
Pois, assim sendo, basta questionar todos os resultados eleitorais e verificar que a abstenção é tratada como um lixo social pois não vem de encontro aos interesses de quem se governa da questão eleitoral, vulgo política.
A abstenção é tratada como lixo e combatido como infame no meio inconstitucional porque os partidos recebem o apoio do estado (sim, com minúscula) vindo do pagamento dos nobres cidadãos, consoante o número de votos que obtiveram nas eleições anteriores, logo, basta daí tirar uma simples ilação de que abstencionista não vota em partido algum, logo partido receberá nenhum.
Epá vão lá nem que votem em branco, pois bem, boletim usado, dinheiro esbanjado.
Por mim todos deveriam ser obrigados a votar, da mesma forma que todos deveriam ser obrigados a serem honestos políticos com verdadeiros interesses no povo e com a obrigação de cumprirem as "promessas" eleitorais. Mas ao mesmo tempo também deveriam ser obrigados a governarem-se com o dinheiro dos filiados e não andarem a esbanjar o dinheiro do povo incauto que ainda perde tempo na sua "eleitoria". 
Dar e receber nada mais do que isso eu dou o meu voto e recebo respeito, verdade e honestidade. No contra ponto o que temos na realidade é  "venha a mim", "ao primo, ao tio e ao avô".
Os gregos quando a iniciaram tinham uma ideia brilhante, não contaram foi com o factor humano. Mesquinhice, auto promoção, egoísmo, foram factores deixados de fora da equação e que fracassam toda esta tentativa dogmática.

Já diziam uns, "vota, vota, sê um bom compatriota"

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ilusão

De certa forma, ou maneira, consoante a geográfica colocação, posso dizer que algumas pessoas só pensarão correctamente sobre algo se alguém lhes conseguir abanar os neurónios.
Por vezes as pessoas bloqueiam-se em pequenos vislumbramentos de algum hipotético futuro mas que para o alcançar exige um extremo esforço não compensado pela oposição de pros e contras...
As balanças provavelmente são o objecto que mais calibrado deveria existir...

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A vida

Se na vida colocarmos objectivos materiais faz de nós melhores pessoas, prefiro então ficar por não o ser.
A vida, a multiplicação e alegria de transmitir e legar.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Vazios... os bolsos

Os sonhos serão algo que temos e que prevemos um dia atingir. Algo que nos torna e mantém vivos. E quando os mesmos foram alcançados? E quando não existe o "próximo" sonho?

E o que acontece quando olhamos para a "bucket list" e a mesma está vazia? Que vazio...

Vão e vêm...

Vão e vã, as duas palavras para melhor definir o que não se define. As duas palavras que nada dizem e a tudo soam... Estados de espírito, vontades, ajuda ou as faltas da mesma, seres, imagens, sons, felicidade ou a in... Num som tão vago tão vão, tão sem personalidade, tão sem vontade ou numa vã idade... 
Porque serão tão complicados os desanimados?

sexta-feira, 6 de março de 2015

O gato e as botas...

Confesso...
Confesso, que se há animal que me aponquenta é o gato..., e eles sabem. Sabem, porque quando vejo um e me ponho a chamar - "bicho, bicho..." o magano afasta-se alarvemente e coloca-se em posição guarítica.
Enfim, mas no fundo até admiro o animal, irrita-me a demasiada independência do mesmo e até o demasiado à vontade com aquilo que dele não é pricnipalmente com o mijar no meu tapete e pensar que os meus carros são uma boa cama.
Extravaso algo como a ponta de uma bota a roçar naquele pelo macio... roçar parece-me mau termo, será antes um tocar... vá, tocar fortemente e com pouca duração, proporcionando ao animal um misto de dor e de surpresa...
Não trato as pessoas da mesma forma, nem de perto nem de longe, mas a reacção delas para comigo é equiparável à dos gatos. Ou o mundo não está preparado para um ser como eu, ou eu não estou preparado para este mundo...

quarta-feira, 4 de março de 2015

Geração Playstation

Nesta geração, a PlayStation acredito até mais ainda nela do que na anterior... Ou até nas duas anteriores para ser mais preciso, a não ser que lhes aconteça como muitos outros e a perca de memória os atinja.
Gosto pouco de quem manda fazer algo para louros colher que nunca nesta vida coragem tem para o fazer.
Na geração PlayStation existe um físico comando com botões e joysticks a incentivarem interacção, nas gerações anteriores a voz faz de comando, a prepotência e presunção assumem o papel de objectivo e a estupidez o resultado. 
Um dia, quem sabe um dia, tudo isto mude e os objectivos deixem de ser tão materiais, certo é que no leito letal todos de algo se arrependem. Porquê não agir para que isso não aconteça?

domingo, 10 de agosto de 2014

O órfão blog...

Isto de escrever o que lhe passa na real gana tem-se tonado complicado.

Os dias passam e já lá vão 8 meses. O certo é que a pequenez de um ser é tão explicável quanto o velho  ditado de sabedoria, "vale mais quem te faz chorar com a verdade do que quem te faz rir com uma mentira". Certo é que ninguém quer disso saber e apenas lhe importa quem o rabinho lhe beija ou por necessidade ou por falta de coragem. 
Para mim? O meu orgulho, a minha personalidade não me deixam ser hipócrita. Acima de mim Deus e acima de Deus só a verdade.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Companhias

Existem boas e más. Existem as possíveis e as obrigatórias.

Mas, efectivamente, trabalhar no que se gosta e prazer dá com alguém que não se aguenta... Hum... Difícil ter o que se gosta com quem não se quer ou vive-versa...